
Uma das armadilhas da infância é que não é preciso se entender uma coisa para sentir. Quando a razão é capa de entender o ocorrido, as feridas no coração já são profundas demais.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 33

Uma das armadilhas da infância é que não é preciso se entender uma coisa para sentir. Quando a razão é capa de entender o ocorrido, as feridas no coração já são profundas demais.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 33
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Eu poderia tentar contar a história, mas seria como descrever uma catedral dizendo que é um montão de pedras que terminam em posta.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 28
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Este é um mundo de sombras, Daniel, e a magia é um bem escasso. Aquele livro me ensinou que ler poderia me fazer viver mais e mais intensamente, que poderia devolver-me a visão que eu tinha perdido”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 26
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Nunca confie em ninguém, …, especialmente em relação as pessoas que você mais admira. Serão essas que irão desfechar os piores golpes.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 22
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Os povos jamais se olham no espelho,…, ainda mais com uma guerra entre as sobrancelhas.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 22
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Um segredo vale o quanto valem aqueles dos quais temos de guard-a-lo”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 14
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…poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho ao seu coração. As primeiras imagens, o eco dessas palavras que pensamos ter deixado para trás, nos acompanham por toda a vida e esculpem um palácio em nossa memória ao qual mais cedo ou mais tarde – não importa os livros que leiamos, os mundos que descubramos, o quento aprendamos ou nos esqueçamos – iremos nos retornar.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 11
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Aos poucos, assaltou-me a idéia de que atrás da capa de cada um daqueles livros se abria um infinito universo por explorar e que, fora daquelas paredes, o mundo deixava que a vida passasse em tardes de futebol e em novelas de rádio, satisfeito em ver apenas até onde vai o seu umbigo e um pouco mais.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 10
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Cada livro, cada volume que você lê, tem alma. A alma de quem o escreveu, e a alma dos que o leram, que viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos pelas suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 9
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Lembro apenas que choveu o dia todo e a noite toda, e que quando perguntei ao meu pai se o céu chorava faltou-lhe voz para responder.”
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón – Pág. 7
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Uma hora perdida é uma hora perdida, e quando não se tem um rumo definido é muito mais fácil perder horas, dias ou anos, sem se dar conta disso.”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 119
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É engraçado como o bem-estar não depende do conforto, da tranquilidade ou de situações favoráveis, mas simples e unicamente da sensação de ir em frente.”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 114
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Assim como nas boas horas o lado positivo das pessoas se soma, nas horas negras o lado negativo se multiplica, criando pânico e trazendo às vezes perigo maior do que a própria situação.”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 108
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Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só.”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 108
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Um pobre coitado tubarão que está condenado a permanecer em eterno movimento para poder respirar, nadando do nascimento à morte…”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 104
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Não passei naqueles sete dias por um momento sequer de monotonia, tristeza ou desespero. Pois nada é mais certo do que a chegada do bom tempo após uma tempestade que parece interminável”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 60
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O horizonte, linha perfeita e segura, fronteira do destino que se renova eternamente e que abriga nossos objetivos, passou a ser meu ponto de apoio e companheiro de viagem. Enquanto estivesse à vista, sentia-me disposto e em segurança; mas quando desaparecia ou tornava-se ondulado, sabia que seria melhor amarrar bem os remos antes de ir dormir.”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 47
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“E comecei a remar. Remar de costas, olhando para trás, pensando para frente”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 34
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“Descobri como é bom chegar quando se tem paciência. E para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de mais nada, QUERER.”
Cem Dias Entre o Céu e o Mar – Amyr Klink – Pág. 11
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“Tu lobo, eu cordeiro. Acusar aquele a quem se está abandonando é o método mais fácil de liquidar a fatura.”
Como Esquecer – Myrian Campello – Pág. 120
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